Conheça as principais tendências para o comércio exterior em 2021

O comércio exterior é uma das áreas mais dinâmicas do mercado internacional. Renova-se e traz transformações através da tecnologia que facilita todo o fluxo e traz novas formas mais ágeis e inteligentes de trabalhar.

Pode-se dizer que muitos desses avanços foram impulsionados ainda mais pela pandemia do coronavírus, trazendo a transformação digital como urgência para empresas que antes só flertavam com essa ideia. Mas o que o futuro nos reserva? Quais serão as principais tendências para o comércio exterior em 2021? Confira agora!

 

Menos burocracia, mais agilidade

Com a urgência de adaptar-se a um cenário sem precedentes, os países se viram reféns dos próprios processos burocráticos e a consequente demora dos mesmos. Consequência disso foi a corrida pela otimização desses fluxos, como é o caso da Receita Federal no Brasil, que tem diminuído a complexidade e facilitado os trâmites do comércio exterior. 

Exemplo disso é o Portal Único, que simplificou processos de trânsito aduaneiro, importação e exportação, em parceria com a Secretaria do Comércio Exterior. Como uma nova forma de gerir, há ganhos no que tange à velocidade dos processos, segurança e precisão. E essa tendência deve se mostrar contínua, com os governos de todos os âmbitos (federal, estadual e municipal) buscando formas mais ágeis e menos burocráticas que apoiar a economia do país. 

Quanto mais tecnologia, melhor

Já falamos aqui no blog sobre 3 tecnologias que se tornaram vitais para o comércio exterior. Pois bem, essas tecnologias, baseadas em inteligência artificial,  são aliadas aos fluxos internos das empresas de comex. Inovações como o Big Data, Business Intelligence e o Blockchain deixam para as máquinas o trabalho tedioso e pesado de dados e informações e trazendo para os humanos mais tempo e oportunidade para ter ideias criativas para novas soluções. 

Tudo isso traz redução de custo, aumento de velocidade nos processos e visão mais clara dos negócios a partir de dados sólidos. E se as empresas querem manter sua relevância e competitividade no mercado, devem se agarrar o quanto antes a esta tendência. 

Agronegócio em alta

O agronegócio brasileiro é uma das áreas com maior crescimento durante 2020, com tendência de manter essa realidade. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) relata que, de janeiro a outubro de 2020, as exportações brasileiras cresceram 6% se comparadas ao mesmo período de 2019.

Isso aconteceu principalmente devido ao aumento das exportações de açúcar (63%), soja (21%), algodão (21%), carne suína (49%) e carne bovina (20%). Com a taxa de câmbio do dólar em alta, os exportadores brasileiros são favorecidos em suas vendas para o exterior, tendência esta que parece se manter em 2021.

 

Relacionamentos estáveis

O ano de 2021 traz também a tendência de acordos mais longos e sólidos com os fornecedores. Isso porque, em 2020, o mercado teve muitos problemas por conta de uma cadeia de suprimentos ainda vulnerável.

Tendo já vivido e aprendido com essa experiência, é muito provável que as empresas tomem atitudes em relação a fortalecer o seu abastecimento em longo prazo, com fornecedores confiáveis e que possam entregar um relacionamento estável e contínuo. 

Enfim, temos um longo ano pela frente no comércio exterior, que continuará apresentando desafios e trazendo muitos aprendizados. 

Fontes: Thomson Reuters, Domani, City

 

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